Quem deixou John Travolta concordar com o lixo que é o ‘cash out’?

Se ninguém se importa o suficiente para encenar uma intervenção profissional, então cabe a John Travolta resgatar-se.Cortesia da Saban Films

John Travolta não atua mais muito. Chame isso de semi-aposentadoria. Nas raras ocasiões em que alguém o convence a assumir seu antigo cargo diante das câmeras, é sempre um favor para um amigo que precisa de um emprego ou um exercício de mau julgamento que levanta algum financiamento para uma bomba que de outra forma nunca seria feita. Esta é a única razão que consigo pensar para um lamaçal chamado Saque.


SACAR (1/4 estrelas )
Dirigido por:Ives
Escrito por:Dipo Oseni, Doug Richardson
Estrelando: John Travolta, Kristin Davis,Lucas Haas
Tempo de execução: 90 minutos.


Nesta perda de tempo, a estrela interpreta Mason Goddard, um bandido com tendência para arquitetar grandes assaltos, como assaltos a bancos, e um irmão idiota com talento para estragar tudo. Para o suspense, Mason passa a vida planejando e negociando os principais furtos e descobrindo maneiras engenhosas de fazê-los funcionar. Para rir, ele tem uma namorada de meio período chamada Amelia (Kristin Davis), que trabalha para o FBI sem que ele saiba. (Muito estúpido para um criminoso na lista dos mais procurados.) Amelia trabalha duro para pegá-lo com um agradável efeito colateral de champanhe, caviar e sexo. Primeiro, vemos Mason tentando roubar um carro esportivo valioso, que só acontece uma vez na vida. Ele é pego, e a experiência o enerva tanto que ele se aposenta e se muda para uma ilha para beber cerveja em caixa e se entregar à maconha, de várias maneiras.

Em seguida, seu irmão idiota Shawn (Lukas Haas) tenta em vão convencer Mason a retornar com uma última manobra infalível - roubar de um banco no centro de Seattle um cofre contendo a combinação para uma fortuna em criptomoeda. Quando o plano de Shawn dá errado, cabe a Mason resgatar seu irmão mais novo enquanto a polícia e o FBI cercam o banco, tudo sob o comando da antiga amante de Mason, Amy. À medida que a trama idiota se complica, o mesmo acontece com o romance desse casal absurdo. Enquanto espera por reforços, ela pede uma pilha de caixas e serve pizzas aos bandidos e aos nove reféns. Você pode resumir tudo com alguns sorrisos, uma premissa fraca que nunca compensa e uma narrativa que nada mais é do que um grande pedaço de zero.

O roteiro idiota e unidimensional de Dipo Oseni e Doug Richardson (dois créditos para esquecer imediatamente) é estranho e desajeitado, e a direção brusca é de alguém com o pseudônimo IVES. Não o culpo por querer manter sua verdadeira identidade em segredo. Seria uma pena se vazasse. É bom ver Kristin Davis em um papel maior do que apenas uma coadjuvante em Sexo e a cidade. Quanto a Travolta, ele passa por tudo desalinhado e careca, sem se preocupar em revelar nada sobre o personagem que interpreta. Sacar fornece um contracheque para John Travolta, mas não é nada digno de nota para o público cansado que sofre com isso. Se ninguém se importa o suficiente para encenar uma intervenção profissional, então cabe agora a John Travolta resgatar ele mesmo.