'Cascavel' de Leona elogia a 'Rainha da Maldade'

As reportagens são do funeral de Leona Helmsley, que contou com a presença de cerca de 150 pessoas – uma multidão apenas para convidados de colegas, funcionários e familiares. Não é nenhuma surpresa que isso não fosse como mentir no estado; a chamada “Rainha da Maldade” era a inimiga jurada de muitos membros da elite imobiliária de Nova Iorque, nomeadamente Donald Trump e Peter Malkin, que lutaram com ela pelo controlo do Empire State Building.

Mas, a partir de pelo menos um relato sobre o funeral, parece que aqueles que amavam Helmsley contam o mesmo tipo de histórias que aqueles que a odiavam:

“Ela era uma senhora especial”, disse Frank LaRuffa, consultor de construção que trabalhou com ela por mais de 35 anos. O serviço 'era muito tranquilo, muito elegante'.

Ele se lembrava dela como “muito dura, porém, muito justa”. Quando ela ficava com raiva, geralmente estava certa.

Ele disse que mesmo as pessoas que ela demitiu tinham muito respeito por ela.

Uma delas até conseguiu voltar à folha de pagamento, de acordo com uma anedota que seu conselheiro de longa data, John Codey, contou em seu elogio.

“Ela estava determinada a remover esta mulher”, disse Codey, relembrando o incidente de cinco anos atrás.

Mas ele não queria ver o trabalhador demitido; ela tinha um talento especial com Trouble, o amado maltês de Helmsley. Ele tentou em vão convencer a impetuosa Helmsley a mudar de ideia.

Então ele disse à empregada para voltar com um novo penteado e roupa em uma semana, na esperança de enganar Helmsley, fazendo-o pensar que era uma mulher diferente para o trabalho.

Quando a 'nova' empregada veio para uma entrevista, Helmsley não pôde acreditar como Trouble gostou da recém-chegada e a contratou na hora.

Mas a piada era sobre Codey.

“Ela sabia o tempo todo o que eu estava fazendo”, disse ele.

Helmsley o confrontou e o chamou de 'cascavel'.

“Vou me lembrar dela como uma amiga”, disse ele.

Descanse em paz, Leona.